Case

Vão livre, sobrecarga e arquitetura em estrutura metálica

Em localização privilegiada da cidade do Rio de Janeiro, a Sociedade Hípica Brasileira, construída no fim da década de 1930, tem vista para o Cristo Redentor e a lagoa Rodrigo de Freitas. Para se adequar ao entorno e sediar as competições hípicas indoor dos jogos olímpicos de 2016, o clube recebeu modificações em sua estrutura: passou do concreto modernista ao aço contemporâneo. As alterações só foram possíveis graças ao Sistema Roll-on, estado da arte em coberturas metálicas

A Sociedade Hípica Brasileira - mais antigo clube de hipismo da capital fluminense, criado em 1938 - conta com 54 mil metros quadrados de área construída. O conjunto necessitava de uma estrutura capaz de abrigar competições hípicas indoor na área do segundo picadeiro - nomeado Eloy Menezes e construído em 1990 - para sediar as disputas que seriam realizadas nos Jogos Olímpicos de 2016.

Para tanto, a proposta de arquitetura deveria dialogar esteticamente com as edificações do entorno e corresponder às normas técnicas da Federação Equestre Internacional (FEI), que exige 40 metros de vão livre para áreas cobertas de competição.

A parceria entre os escritórios Sergio Conde Caldas e MPG Arquitetura, responsáveis pelo projeto atual, encontrou solução em um sistema estrutural metálico que trouxe maior amplitude ao espaço e maior visibilidade tanto interna quanto externamente. A substituição dos 28 pilares de concreto preexistentes por oito pilares metálicos foi o partido arquitetônico tomado para alcançar tal resultado, e só foi possível por meio do Sistema Roll-on, fabricado e patenteado pela Marko Sistemas Metálicos.

Para atender ao vão livre de 40 metros e à aplicação de painéis fotovoltaicos em toda a extensão da cobertura, o prédio foi projetado com Roll-on Heavy Duty, que garantiu o desempenho estrutural e também a perfeita distribuição da sobrecarga.

Com 2.600 metros quadrados de área coberta, o sistema é composto por treliças em aço galvanizado dispostas paralelamente, sobre as quais se desenrolam bobinas contínuas de aço, formando canais de condução de água, com caimento máximo de 1%. Dessa forma, o sistema é livre de emendas, furos ou sobreposições, e as calhas coletoras da cobertura integram-se completamente à estrutura, resultando em um conjunto de total estanqueidade.

No projeto, os arquitetos escolheram a opção oferecida pelo Sistema Roll-on de substituir parte das bobinas de aço por domos de iluminação e a integração da cobertura com painéis solares. Na instalação dos painéis, realizada pela empresa Green Solar, foi utilizado o Suporte Universal, um detalhe que permitiu a fixação dos painéis sem nenhuma interferência ou furo na cobertura, mantendo a estanqueidade absoluta do Sistema Roll-on.

www.marko.com.br 
(21) 3282-0400

Texto de | Publicada originalmente em Projeto Design na Edição 443
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