Cortes e dimensões especiais de vidros dão identidade a projeto

Com forma triangular, o edifício possui fachada frontal em ângulo de 81 graus e vidros de alto desempenho

CONTEÚDO PATROCINADO

Localizada na avenida Afonso Pena, em Belo Horizonte, uma torre de 27 pavimentos e formato triangular ocupa um terreno de esquina e chama atenção de quem passa pela praça ABC, junto da avenida Getúlio Vargas e da rua Cláudio Manoel.

Buscando a integração do espaço privado com o público através de um edifício sem embasamento, a implantação do All Business Center Emilio Pampolini, do escritório mineiro Farkasvölgyi Arquitetura, foi definida junto ao eixo/raio da própria praça ABC, a partir da bissetriz do triângulo que define o terreno.

O arquiteto Bernardo dos Mares Guia Farkasvölgyi, autor do projeto, explica que a proposta é determinada pelo fechamento das linhas paralelas à bissetriz com um triângulo na ponta da praça, que conduz a uma leitura de menor peso da torre, pela sua própria forma geométrica.

O fechamento do polígono tem, no lado oposto ao triângulo da ponta, uma saliência sutil às linhas paralelas à bissetriz, que ao caminharem para o final da composição se abrem em ângulos que remetem ao próprio desenho do terreno, unindo todo o conjunto através da fachada posterior.

Contudo, para sua execução o projeto teve que superar obstáculos, tal como a restrição altimétrica de dez metros da região, que é protegida pelo patrimônio cultural do município (CDPCM/BH).

Outro desafio do projeto foi a concepção de sua envoltória, que é composta por fachadas de diferentes desenhos e materiais de revestimento. Na face frontal, em que há o encontro de vidros em um ângulo de 81 graus, predomina o vidro emoldurado com painéis de alumínio composto na cor branca, enquanto a posterior tem revestimento de granito verde light polido.

A referência dos painéis de alumínio composto se amplia para as fachadas laterais. Estas, por sua vez, voltadas para a avenida Getúlio Vargas e a rua Cláudio Manoel, receberam vidros, placas de porcelanato e brises de alumínio/venezianas.

Para resolver a questão de incidência solar, as fachadas receberam vidro laminado. “Neste projeto foram utilizados os modelos Refletivo Verde Escuro, da Divinal, de 8 e 12 milímetros. Já na área interna foram vidros laminados Incolor para os guarda-corpos”, detalha Thaís Saback, responsável comercial da Divinal Vidros.

De acordo com Thaís, foram necessários cortes e medidas específicas para atender ao projeto, aliando alto desempenho à estética desejada. “São vidros que possuem uma ótima performance em seu desempenho, produzido exclusivamente para esta obra. Eles têm proteção de calor de 69%, transmissão luminosa de 25% e barram 99% dos raios UV”, ela revela.

“A escolha do vidro para esse projeto se deu por proporcionar mais conforto aos usuários e pela possibilidade de reflexão solar, com transparência, que me agradou bastante. Foi possível criar um desenho e uma identidade que são diferenciais no entorno”, comenta o arquiteto Farkasvölgyi.

www.divinalvidros.com.br

(11) 2827-2100 | (31) 2103-9633

Publicada originalmente em ARCOweb em 23 de Maio de 2017
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