Edição 101: Agora, a saída é
o caminho inverso

Mesmo após a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro continua registrando grande número de obras - tanto de projetos destinados à área hoteleira, como de edifícios administrativos -, principalmente na região portuária, revitalizada pela operação urbana Porto Maravilha.

É o caso de dois edifícios concebidos pelo escritório Kohn Pedersen Fox Architects, de Nova Iorque, em parceria com o escritório carioca ARQ&URB Projetos, responsável pela tramitação legal e desenvolvimento do projeto executivo. Ambos são edifícios icônicos. O Vista Guanabara tem sua volumetria inspirada na paixão nacional por futebol e samba, como observam os arquitetos do KPF. Já o Vista Mauá ganhou a fachada frontal em suave zigue-zague, numa referência ao vai e vem das ondas do mar.

A parceria KPF e ARQ&URB é uma entre tantas que têm sido firmadas no país nos últimos anos para a implantação de projetos, principalmente no eixo Rio-São Paulo. Mas enquanto os escritórios estrangeiros vêm para cá, os brasileiros estudam formas para fazer o caminho inverso, pois, além de ser uma saída para a falta de demanda no mercado nacional, internacionalizar os negócios pode significar diversificação de mercados e, consequentemente, redução de riscos para as empresas do setor.

Essa foi a tônica do último Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Entac), realizado em São Paulo. FINESTRA entrevistou o professor e pesquisador Fúlvio Vittorino, um dos coordenadores do evento, para falar sobre os desafios e as perspectivas da internacionalização do setor da construção.

Texto de Cida Paiva| Publicada originalmente em Finestra na Edição 101
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