< meta name="keywords" content="entrevista, cidades inteligentes, centros urbanos, mário monzoni" /> Entrevista: Mário Monzoni, da EAESP/FGV - ARCOweb

Entrevista: Mário Monzoni, da EAESP/FGV

Cidades mais inteligentes

Os centros urbanos estão crescendo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), mais da metade da população mundial já se concentra nas cidades mundo afora. A estimativa é que até 2030 esse número cresça para 61%, aumentando os desafios para torná‑los minimamente habitáveis e sustentáveis


Com o inchaço populacional das cidades, problemas como trânsito e a falta de acesso à saúde, educação, água, moradia e energia tendem a se agravar. Para dar conta das novas demandas, as cidades terão de se tornar mais inteligentes. Embora não haja um consenso em torno da definição do conceito, as chamadas “smart cities” são aquelas que aliam soluções tecnológicas às boas práticas de gestão e ao bom planejamento urbano, sem deixar de priorizar o cidadão como protagonista desse desenvolvimento. Alguns exemplos, como a cidade de Amsterdã, na Holanda, reconhecida pelas ciclovias e pela mobilidade urbana, e Barcelona, com seu sistema inteligente de coleta de resíduos sólidos, por exemplo, já se destacam como pioneiras na adoção desses conceitos e no engajamento pela reformulação de práticas e políticas urbanas. No Brasil, Curitiba é um exemplo de cidade que colo

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