No total, a cobertura ganhou cerca de 1,3 mil metros quadrados de telhas térmicas com núcleo isolante de poliestireno expandido, produzidas pela Dânica. Elas são zipadas, com elevado nível de estanqueidade, tendo fixações embutidas sem furos nas faces superior e inferior da cobertura. A fachada também foi revestida com painéis metálicos, atirantados à estrutura, formando um círculo perfeito. Segundo o arquiteto, eles permitiram, por sua leveza e rapidez de instalação, corrigir a estrutura original do ginásio, em formato poligonal. Foram utilizados 1,5 mil metros quadrados de painéis, aplicados no sentido vertical na área de circulação externa, avançando em três metros o raio do prédio em toda a sua circunferência de quase 350 metros.
A obra acrescentou ao ginásio duas rampas externas helicoidais, com estrutura mista, cobertas com lonas tensionadas apoiadas em estruturas metálicas invertidas. Apenas sua estrutura de concreto e o centro da quadra foram mantidos inalterados em sua recuperação. No mais, tudo foi revisto. As obras civis estiveram a cargo do consórcio Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS e as estruturas metálicas foram realizadas pela Equipasul.
Texto resumido a partir de reportagem
Publicada originalmente em FINESTRA
Edição 53 Junho de 2008 |